Uma redução dos gastos das empresas estatais, racionalizando suas atividades, e maior flexibilidade na politica monetaria, para reduzir os juros, são a contrapartida imediata que os empresarios privados esperam do governo, para minimizar os efeitos do Decreto-Lei 2064. O presidente da Federação das Industrias do Estado de São Paulo (FIESP), Luis Eulalio de Bueno Vidigal Filho, afirmou que este "é o momento de o Estado fazer o seu sacrificio". As empresas estatais representam 7% do emprego no pais, mas pagam por 14% dos salarios; a iniciativa privada representa 73% dos empregos, 77% dos salarios e já fez os seus sacrificios (JB).