O ministro do trabalho, Murilo Macedo, reconheceu ontem em São Paulo que os ultimos decretos foram imposição dos banqueiros internacionais. Em Brasilia, o porta-voz do Palacio do Planalto, Carlos Atila, completou, ao justificar o Decreto-Lei 2064: "todo o fechamento do conjunto de novos emprestimos e de renegociação da divida externa brasileira está pendente até que fique configurado que o governo dispoe dos instrumentos para atingir os seus objetivos" (O ESP).