BRASIL TENTARÁ CONVENCER OS CREDORES EXTERNOS

O Brasil tentará convencer os credores da divida externa a aceitarem maiores prazos de carencia e de amortizações, provavelmente de 5 e de 9 anos, respectivamente, bem como o pagamento de menores taxas de juros e spreads (taxas de risco). Isto foi o que admitiu em Brasilia o presidente do Banco Central, Afonso Celso Pastore (FSP).