Depois de considerar uma "tolice" a argumentação de que o Decreto-Lei 2045 é recessivo, o ministro do planejamento, Delfim Neto, explicou que o decreto é "um instrumento fundamental para a redução do deficit publico, o que levara à diminuição da demanda financeira por parte dos governos, abrindo campo para que seja ocupado pelo setor privado, a taxa de juros mais baixas" (JB).