As declarações dos porta-vozes do Palacio do Planalto, Carlos Atila, e do Ministerio do Exercito, general Otavio Resende, salientando o interesse na cassação do mandato do deputado Mario Juruna, foram consideradas por parlamentares oposicionistas como parte do "contexto de intimidação geral contra o Congresso Nacional, com vistas `a aprovação do Decreto-Lei 2045", segundo as palavras do 1o. vice-presidente do PMDB, Teotonio Vilela. No PDS, a cassação foi considerada extremamente improvavel pelo senador Marco Maciel (FSP).