O vice-presidente da ABIFARMA (Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica), Roberto Cheregati, disse que a desvalorização de 1,8% do cruzado em relação ao dólar norte-americano terá um efeito indesejável sobre as importações da indústria farmacêutica nacional, aumentando nessa proporção os custos da produção. O setor consome cerca de 1.800 substâncias e apenas 520 delas são produzidas no país. Segundo Roberto Cheregati, as compras no mercado externo, em 1986, deverão ser da ordem de US$300 milhões (GM).