Segundo técnicos da SEST (Secretaria Especial de Controle das Empresas Estatais), o monitoramento dela sobre a SIDERBRÁS foi o preço que o ministro da Indústria e Comércio, José Hugo Castelo Branco, teve de pagar para obter dos Ministérios da Fazenda e do Planejamento, o aval para o saneamento financeiro da USIMINAS, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), da COSIPA e da A>OMINAS. Pelo cronograma da SEST, o saneamento da USIMINAS deverá ter início este ano, enquanto o da COSIPA e da CSN, em 1987 e o da A>OMINAS em 1988. O plano de saneamento proposto pelo MIC reivindica que o governo assuma uma parcela de US$17 milhões que compõem a dívida interna e externa da SIDERBRÁS (O Globo).