O CASO COROA-BRASTEL

Depois de socorrer a corretora Coroa (do Grupo Coroa/Brastel) com Cr$30 bilhões para cobrir posições a descoberto, o Banco Central autorizou a empresa a emitir quatro cheques sem fundos no total de Cr$2,6 bilhões. A revelação está no depoimento do empresario Assis Paim Cunha, ex-presidente do Grupo Coroa/Brastel, na Delegacia de Defraudações do Rio de Janeiro. As "negociações" para a empresa receber os recursos necessarios foram feitas em Brasilia e o intermediario principal foi Alvaro Armando Leal, titular da firma de consultoria EXPANDE e ex-socio do secretario-geral do Ministerio do Planejamento, José Flavio Pecora. Paim contou que combinou com Armando Leal "um encontro na SEPLAN, em Brasilia, com José Flavio Pecora". Esse encontro foi realizado e os "recursos" liberados (O ESP).