O surgimento da dissidencia partidaria no PDS e a divisão dos pedessistas em torno de candidaturas heterogeneas à Presidencia da Republica foram considerados pelo general Joao Batista Figueiredo, em conversa com personalidades influentes em seu governo, "episodios de uma tentativa de recriação do castelismo e do costismo nos meios militares". O castelismo seria o revigoramento do grupo militar da chamada "Sorbonne", isto é, dos militares ligados ao ex-presidente, marechal Castelo Branco. O costismo se originaria da corrente ligada ao ex-ministro do Exercito e ex-presidente, general Costa e Silva (FSP).