O presidente Joao Figueiredo revelou ao presidente da Ordem dos Economistas de São Paulo, Miguel Colasuonno, que enquanto estiver na Presidencia da Republica e for responsavel pela condução dos destinos da Nação, não concordará com a hipotese de decretação de uma moratoria envolvendo a divida externa brasileira, por entender que, se aceitasse, estaria determinando a capitulação economica do pais e reconhecendo o malogro e final do movimento revolucionario de 31 de marco de 1964 (O ESP).