Documentos existentes nos arquivos da Capemi demonstram que sua diretoria já havia sido avisada de que o Projeto Tucurui daria grandes prejuizos, pois o grupo vendia a madeira a precos inferiores aos de custo. Um desses relatorios menciona contratos de fornecimento assinados com seus empresas-- entre as quais uma pertencente a Paulo Renato de Oliveira Figueiredo, filho do presidente Figueiredo--, que trariam à Capemi perda superior a Cr$10 bilhões (O ESP).