A Ferrovia do Aco será paralisada pela segunda vez desde o inicio de sua construção, em fins de 1974. A ENGEFER, empresa do Ministerio dos Transportes, enviou comunicado às construtoras determinando a suspensão de todas as obras a partir de 1o. de agosto. A medida causará a perda de 5 mil empregos diretos a 15 mil indiretos, segundo as empreiteiras. A paralisação das obras está relacionada ao adiamento, pela terceira vez, da entrada em operação da Acominas, devido à ociosidade no setor siderurgico. Com um custo inicial previsto de Cr$9 bilhões, a Ferrovia do Aco havia absorvido, até o final do ano passado, investimentos de Cr$56 bilhões. Até maio, a divida da ENGEFER com as empreiteiras somava mais de Cr$23 bilhões (JB).