A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro teve um prejuizo de Cr$500 milhões no primeiro semestre deste ano, causado, segundo explica seu presidente, Enio Rodrigues, pelo baixo volume de negocios que, por sua vez, é motivado pelas altas taxas de juros vigentes no mercado financeiro. Tal raciocinio não é valido para a Bolsa de Valores de São Paulo, que vem operando com sucessivos lucros (FSP).