O novo emprestimo de no minimo US$4 bilhões que o presidente do Banco Central, Carlos Langoni, comeca a negociar hoje, em Nova Iorque, com o Comite de Assessoramento de Renegociação da Divida Externa tornou-se necessario devido à redução de meta de entrada de capital de risco no pais e ao aumento dos gastos com pagamento de juros, segundo informação de um assessor do ministro do planejamento, Delfim Neto. Quando o Conselho Monetario Nacional aprovou as contas externas, em outubro do ano passado, a entrada de recursos sob a forma de investimentos direto estava prevista em US$1,5 bilhão. A nova meta é de US$500 milhões. Quanto aos juros, a estimativa inicial era de um gasto de US$9 bilhões, o que considerava uma queda pequena, porem real, das taxas de juros internacionais. Mas como essas se mantiveram em niveis elevados, as previsões estão ultrapassadas (JB) (GM) (O ESP).