O norte-americano Eugene Hasenfus-- único sobrevivente dos quatro tripulantes do avião dos EUA derrubado pelo governo nicaraguense com armas e suprimentos para os anti-sandinistas-- confessou ter realizado 10 missões semelhantes partindo de El Salvador e Honduras, e garantiu que a operação era supervisionada por dois cubanos naturalizados norte-americanos, que trabalham para a CIA (Agencia Central de Inteligência dos EUA). Eugene citou ainda os nomes de pessoas e firmas para as quais trabalha, contradizendo o governo norte-americano, que nega qualquer ligação da CIA, Pentágono ou Casa Branca com esses vôos para abastecer os anti-sandinistas (JB).