Um dos maiores grupos privados nacionais, o Matarazzo, pediu concordata preventiva, diante de uma divida de Cr$63 bilhões. Foi um pedido de concordata em grupo, envolvendo 11 empresas, de acordo com a nova Lei das Sociedades Anonimas; entre elas está a poderosa S/A Industrias Reunidas F. Matarazzo. Outras 31 empresas do conglomerado não pediram concordata. Segundo informações obtidas no Grupo Matarazzo, a concordata é basicamente financeira, ou seja, os fornecedores não serão atingidos. Mais de 95% dos encargos se referem a dividas em dolares, captados via resolução 63. O principal credor é o BNDES, com US$40 milhões; o Banco do Brasil, com US$20 milhões; BANESPA e BADESP, com US$20 milhões em conjunto; e bancos diversos, privados e estatais, com a parte restante (FSP) (JB) (O ESP) (GM).