Cinquenta e cinco serventes, assistentes administrativos, auxiliares administrativos, engenheiros, medicos, advogados e motoristas da Empresa de Obras Publicas (EMOP) tiveram ontem seus contratos de trabalho rescindidos porque, segundo a atual administração, foram fraudados. O secretario estadual de Obras e Meio-Ambiente (RJ), Luiz Alfredo Salomao disse que as contratações foram feitas entre 15 de agosto de 1982 e 15 de marco de 1983, quando a Lei Eleitoral proibe contratações para evitar corrupção eleitoral (JB).