O Banco Central concedeu emprestimos de Cr$20 bilhões para socorrer a liquidez das instituições financeiras do Grupo Coroa/Brastel um mes antes de decretar a intervenção e já sabendo que as empresas emitiam letras de cambio "frias" para pagar seus compromissos. O passivo a descoberto era tão elevado, contudo, que o primeiro socorro não foi suficiente e a intervenção tornou-se inevitavel (FSP).