O general Danilo Venturini garantiu ontem, na Comissão de Relações Exteriores da Camara dos Deputados, que "não há nenhum dado de que o Suriname tenha feito uma opção pelo bloco socialista". O general esteve em meados de abril naquele pais, como representante pessoal e enviado extrãordinario do presidente Figueiredo, para conter a influencia de Cuba no Suriname. Admitiu, porem, que havia dois ministros pro-cubanos no governo Bouterse (um deles, Sital, já saiu) e que o embaixador de Cuba em Paramaribo é altamente preparado em revolução e contra-revolução (O ESP).