Motoristas e ajudantes da Sadia (SP), num total de 165 trabalhadores, pararam o servico ontem em protesto à recusa da empresa em pagar horas extras, obrigando-os a trabalhar alem da jornada de oito horas. O Sindicato dos Condutores de Veiculos Rodoviarios e Anexos de São Paulo negociou com a diretoria da empresa e obteve para os funcionarios estabilidade de seis meses e o pagamento das horas extrãordinarias (FSP).