O ministro da Justica, Ibraim Abi-Ackel, afirmou ontem que o atual processo sucessorio "é evidentemente civil, pela sua propria natureza politica", mas esclareceu que o presidente Figueiredo "não faz qualquer restrição em relação a candidatos civis e militares, porque não tem sentido julgar as pessoas pelas suas profissões" (FSP).