Os 15 veradores-- 10 do PMDB e 5 do PDS--, além de um suplente, um assessor parlamentar e o ex-gerente do BANERJ, de Betim (MG), indiciados por peculato, apropriação indébita, tráfico de influência e utilização indevida do dinheiro público, foram ouvidos ontem pelo juiz Paulo Roberto Pinto Zanini e negaram todas as acusações. Segundo as informações, os veradores já haviam sido condenados em duas ações populares, por terem aumentado seus salários acima dos limites fixados pela lei e criado um fundo de pensão para complementar suas suas aposentadorias. Fontes da Câmara e da Prefeitura informaram que as irregularidades trouxeram prejuízos para os cofres públicos de cerca de Cr$360 milhões, a preços de 1983 (O Globo).