O ministro do Planejamento, Delfim Neto, anunciou no Senado uma redução no deficit publico e cortes nos subsidios. A premissa desse novo "pacote" de cortes seria a redução efetiva dos dispendios das empresas estatais com a folha de pagamento, por via da contenção dos reajustes e mesmo do corte no quadro de pessoal. O corte nos subsidios envolve duas propostas de aumento, ainda este mes: de 25% a 30% para os derivados de petroleo e de 40% a 50% para o trigo (GM).