O ministro da Fazenda, Dílson Funaro, afirmou que o Brasil quer conseguir o "spread" (taxa de risco) menor que os 0,81% conseguido pelo México no acordo de renegociação de sua dívida externa no princípio desta semana. Para o ministro, há duas razões para o país obter um melhor acordo: a economia brasileira é bem mais favorável, no momento, que a mexicana; e o Brasil não pedirá "dinheiro novo" no esquema de reescalonamento (o acordo do México prevê a obtenção de US$6 bilhões de "dinheiro novo") (O Globo).