O sargento da Polícia Militar da Paraíba, Manoel Celestino da Silva, acusado de matar a tiros de metralhadora, em dezembro de 1984, o jornalista Paulo Brandão Cavalcanti, negou, ontem, qualquer participação no crime e acusou o delegado federal Antônio Flávio Toscano de Moura, que presidiu o inquérito, de torturá-lo para obter a confissão (JB).