Depois dos computadores, fabricar remedios foi a segunda melhor atividade das empresas transnacionais nos ultimos anos, segundo estudo divulgado em Londres. O faturamento dos 36 maiores fabricantes de medicamentos no mercado cresceu, entre 1977 e 1981, a uma media real de 3,5% a 4,5% ao ano. Nem inflação, nem recessão conseguiram diminuir o bom desempenho dessas empresas. Assim, essas 36 companhias fecharam 1981 com vendas totais de US$35,3 bilhões (quase o dobro do Produto Nacional Bruto de um pais como o Chile, por exemplo). Esse desempenho deve melhorar ainda mais nos proximos anos. As sedes dessas 36 empresas estão na Europa Ocidental (16 delas, com 45,3% das vendas totais em 1981), Japao ou Estados Unidos. As tres maiores empresas são a Hoechst (da Alemanha, com US$2,5 bilhões em vendas em 1981), Ciba-Geigy (Suica, US$2,1 bilhões) e Merck (EUA, US$2 bilhões). A lista das 36 maiores inclui uma estatal francesa, a Rhone-Poulenc, cuja subsidiaria no Brasil é a Rhodia (GM).