O Ministerio da Educação e Cultura detectou, em marco, a existencia de 1200 empresas-fantasmas, só no Rio de Janeiro, que pretendiam burlar o salario-educação (tributo de 2,5% sobre a folha de pagamento) envolvendo 50 mil bolsas de estudo e um prejuizo para o MEC de Cr$210 milhões. O MEC permite que as empresas instalem suas proprias escolas, mas só as grandes industrias fazem isto. A maioria prefere adquirir bolsas na rede privada, o que dá margem a fraudes (JB).