O ministro do Interior, Mario Andreazza, em quatro horas de depoimento feito na Camara dos Deputados, não conseguiu dar explicações satisfatorias para a aceitação, pelo Banco Nacional de Habitação, da avaliação de Cr$60,8 bilhões para os terrenos que recebeu do Grupo Delfin, em dezembro do ano passado. Disse ele que a intenção do BNH ao acertar o acordo com o Grupo Delfin foi a de preservar a estabilidade do sistema brasileiro de poupanca e emprestimo (FSP).