Os 168 funcionarios da Pedreira pertencente à Companhia Brasileira de Cimentos Portland Perus, em Cajamar, encontraram uma estranha forma de iniciar suas atividades. Logo às 7 horas, ao inves de se defrontarem com o habitual relogio de ponto, eles foram recebidos por um corpo de vigilantes fortemente armados, que lhes impediram a entrada, e apontavam para um papel afixado no lado externo da portaria. Segundo Gino Rezaghi, auxiliar de escritorio da empresa e membro do sindicato dos trabalhadores na Industria de Cimento, Cal e Gesso de São Paulo, os propositos da Cimento Perus são claros: "Ela dispensa todos os seus funcionarios e admite novo quadro, utilizando-se do pessoal das duas empresas ja existentes, a mineração Casa de Pedra e a Mineração do Rosario" (FSP).