SANCHES NEGA "EXECUÇÃO SUMÁRIA" DE COLLOR

O presidente do processo de Impeachment" e do STF, ministro Sydney Sanches, rejeita a tese de que haja "execução sumária" do presidente afastado Fernando Collor de Mello. Os ataques partem de Collor e dos seus advogados, que recorreram até a juristas estrangeiros para criar fatos políticos. "A defesa cumpre o seu papel", afirma Sanches. Ele diz que o processo obedece à Constituição e às leis em vigor. Sanches diz que se sente desconfortável por presidir um processo contra um presidente eleito por 35 milhões de votos. Do ponto de vista processual, afirma que não há dificuldade. O problema, segundo ele, são as pessoas envolvidas no processo-- iniciado no dia dois de outubro e com final previsto para amanhã (FSP).