A reforma ministerial e o preenchimento dos quatro mil cargos do segundo estalão do governo começarão a ser analisados pelo presidente em exercício, Itamar Franco, somente a partir de cinco de janeiro, segundo um assessor de Itamar. A contratação de profissionais foi suspensa para aguardar os desdobramentos da votação, no Senado, do pedido de impeachment do presidente afastado, Fernando Collor (O ESP).