Disposto a colocar sua campanha nas ruas já em janeiro, o Movimento Parlamentarista Monárquico (MPM), que tem a adesão e apóia o ramo de Petrópolis da família real brasileira, vai propor ao Tribunal Superior Eleitoral a romper a tradição no que diz respeito à propaganda eleitoral gratuita, também prevista para o plebiscito de abril de 1993. Quer substituir os programas de dez minutos que cada corrente terá direito por flashes de 30 segundos a um minuto, a serem transmitidos nos intervalos comerciais. O movimento acredita que a proposta beneficia emissoras de rádio e tevê-- que assim não precisam alterar e atrasar sua programação-- e eleitores livres de programas longos. Para manter a opinião pública informada, porém, proporá ao TSE a transmissão de pequenos documentários uma vez por semana e, na reta final das campanhas, a realização de três debates (Relatório Reservado).