ALTERAÇÕES NO CÉREBRO INDICAM EVOLUÇÃO DA AIDS

Os pesquisadores já podem ver na tela de um computador as mudanças bioquímicas sofridas pelo cérebro de portadores do vírus da AIDS que não desenvolveram a doença. As mudanças indicariam a progressão da AIDS e ajudariam a avaliar a eficácia de terapias. Para detectar as alterações cerebrais, os cientistas estão usando a técnica de espectroscopia de ressonância magnética. O estudo da composição química do cérebro aplicado a evolução da AIDS está sendo feito na Universidade da Pensilvânia, nos EUA. Os cientistas acreditam que ele poderá ser útil para acompanhar o estado de saúde dos pacientes (O Globo).