Apesar de terem sido contratados em gestões passadas, sete funcionários da PETROBRÁS continuam trabalhando na empresa recebendo salários de Cr$48 milhões mensais. Essa quantia é relativa ao mês de outubro, sem considerar o reajuste de 30% concedido pela estatal em novembro. O salário desses "marajás", na faixa de Cr$50 milhões, é superior ao do ministro das Minas e Energia, Paulino Cícero, que recebeu em novembro Cr$39 milhões. Os sete funcionários ganham tanto quanto o presidente e os diretores da própria PETROBRÁS. Uma lista com o nome dos sete contratados foi elaborada por funcionários de carreira da PETROBRÁS e encaminhada a Cícero, junto com a sugestão de que o corte de despesas na companhia comece pelos "marajás" (O Globo).