As 18.545 emendas preferenciais e coletivas apresentadas pelos parlamentares ao Orçamento Geral da União geram um gasto adicional de Cr$574 trilhões. Ou seja, um acréscimo de 106,69% na proposta de orçamento que o governo enviou ao Congresso para 1993, que prevê gastos de Cr$538 trilhões. Neste inchaço do orçamento federal, o Poder Judiciário é o mais beneficiado. Pelas emendas, ele recebe mais Cr$197 trilhões. Logo depois vem o Ministério do Bem-Estar Social, com Cr$93 trilhões, para uma previsão inicial estimada em Cr$1 trilhão. A Presidência da República e suas secretarias receberam emendas que adicionam Cr$34 trilhões em seus gastos. O projeto do governo prevê recursos inferiores a Cr$1 trilhão (FSP).