O ministro da Previdência Social, Antônio Britto, informou ontem, em São Paulo, que vai estudar a proposta apresentada por empresários da FIESP (Federacão das Indústrias do Estado de São Paulo), para o parcelamento das dívidas das empresas em 60 meses, com carência de 20 a 24 meses para pagamento das contribuicões em atraso e perdão das multas e juros de mora. Britto informou que a dívida do setor privado é hoje de cerca de Cr$20 trilhões e reconhece que é preciso ter algum tipo de repactuacão dos débitos para reduzir o nível de inadimplência. O governo, porém, não quer nem falar em anistia (O ESP).