EX-SARGENTO DIZ NA CÂMARA QUE DOCUMENTOS FORAM DESTRUÍDOS

O ex-sargento Marival Chaves disse ontem à Comissão Especial de Desaparecidos Políticos da Câmara que, antes da saída do general Sílvio Frota do Ministério do Exército, em 1977, muitos documentos relacionados com a repressão política foram destruídos para dificultar investigações. Chaves afirmou também que, em 1974, o Exército e o DOI- CODI de São Paulo mataram cinco militantes da luta armada depois de atraí-los para uma armadilha no interior do Paraná. O grupo pensava que participaria de um núcleo de guerrilha em Medianeira (PR), mas na verdade era uma operação preparada pelos órgãos de repressão (FSP).