Várias ONGs (Organizações Não-Governamentais), à frente a Greenpeace, o Conselho Nacional dos Seringueiros (CNS), o Núcleo de Direitos Indígenas e o Centro Ecumênico de Documentação e Informação (CEDI) vão iniciar ações para combater o corte predatório de mogno, uma das mais nobres madeiras tropicais da Amazônia, na lista das espécies ameaçadas de extinção (JB).