A indústria automobilística argentina não reduzirá as importações de peças e componentes fabricados no Brasil, devido aos 10% adicionais cobrados pela nova taxa de estatísticas daquele país. Segundo Maurício Macri, vice-presidente do Grupo Sevel, montador das marcas Peugeot e Fiana na Argentina, em média 40% dos componentes usados na fabricação de automóveis são importados (GM).