O presidente da INTERNACIONAL SOCIALISTA, o francês Pierre Mauroy, saudou a vitória de Bill Clinton como o fim da política ultraconservadora que prevaleceu nos EUA durante 12 anos. O primeiro ministro do REINO UNIDO, John Major disse confiar que serão mantidas as relacões especiais entre os dois países e pediu para ser o primeiro líder ocidental a felicitar Clinton na Casa Branca. A maioria das parabenizacões de líderes europeus ocidentais pediu a continuacão das boas relacões dos EUA com seus países e com o continente. Muitos europeus temem que Clinton acelere a retirada de tropas americanas da Europa. O líder da OTAN, Manfred Woerner, deseja que os EUA mantenha uma "firme lideranca" da alianca militar ocidental. Líderes do JAPA~O também saudaram a vitória de Clinton, mas analistas e empresários refletem temores de que o novo presidente implemente política comercial mais protecionista. A CHINA manteve-se em compasso de espera. Durante a campanha, Clinton criticou Bush por dar status comercial privilegiado ao país. A agência oficial "Xinhua" disse que "as qualidades de Clinton em política externa ainda têm que ser testadas. No LESTE EUROPEU e na Ex-URSS, as reacões foram de pedido de mais ajuda para a entrada no livre comércio. Países das AMÉRICAS CENTRAL E LATINA também pediram mais atencão dos EUA. O presidente do Parlamento de CUBA, Juan Escalona, disse que "não há elementos" que permitam pensar que Washington vá mudar sua política hostil à ilha. A repercussão na ÁFRICA foi fria. A maioria dos analistas afirmou que o continente não é prioritário para os EUA. Na ÁFRICA DO SUL, o governo temne o favorecimento da oposicão negra, caso não avancem as reformas. No ORIENTE MÉDIO, EGITO E ISRAEL acreditam que o diálogo de paz avancará. A SÍRIA considerou que o processo ficará mais lento. A maioria dos árabes encara os democratas como mais pró-israelenses do que os republicanos. No IRAQUE, a mídia oficial comemorou ontem a derrota eleitoral de Bush (JB) (O Globo) (FSP) (O ESP).