O advogado Octávio Ramos, assessor especial do Projeto Eleja Collor durante a campanha do PRN no segundo turno da eleição presidencial de 1989, afirmou que os telefones do candidato do PT, Luís Inácio da Silva, e de todo o "staff" do partido em São Paulo foram grampeados, por ordem do empresário Leopoldo Collor, irmão mais velho do presidente afastado. O ex-porta-voz do presidente Cláudio Humberto Rosa e Silva negou que descreva esse episódio no livro de memórias da época, que escreve em Lisboa (JB).