O candidato do PMDB à Prefeitura do Rio de Janeiro, César Maia, não acredita que a Câmara de Deputados dê autorização para o prosseguimento do processo, no qual é acusado de "enriquecimento ilícito", devido ao seu envolvimento, quando secretário da Fazenda, em 1985, no caso que ficou conhecido como "Escândalo da Cehab". Dois anos após a transaação, ele foi acusado de ter avalizado a compra de dois terrenos, pela extinta Cehab, por um preço considerado 63 vezes maior que o de mercado. "É um processo morto, enterrado. A Câmara dos Deputados, que fez o impedimento do presidente da República, não vai perder tempo julgando palhaçada", disse ele (JB).