As barreiras alfandegárias que o governo argentino decidiu impor para conter as importações naquele país não deverão afetar significativamente as exportações brasileiras. A análise é do economista do Departamento Econômico da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castello Branco. Na sua avaliação, a penetração brasileira no mercado argentino continuará, com pequena queda, e não mudará a balança comercial entre os dois países, favorável ao Brasil. Flávio reconhece que a Argentina está criando Impecilhos para seu comércio externo", o que ele considera "um contra-senso" em relação à abertura proposta pelo Mecado Comum do Cone Sul (MERCOSUL), que está sendo criado entre Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A idéia do MERCOSUL é desburocratizar e permitir o livre trânsito
51386 comercial entre os quatro, mas surpreendentemente a Argentina tomou medidas
51386 no sentido oposto, comentou (O ESP).