As reservas da maior bacia carbonífera do Brasil, localizada na depressão de Candiota, no Rio Grande do Sul, são pelo menos duas vezes maiores do que se estimava e se formaram por processos diferentes do que se imaginava. A afirmação é de um grupo de geólogos da UFRJ que, pela primeira vez na América Latina, obteve êxito ao usar modernas técnicas de exploração de petróleo para estudar leitos de carvão mineral. A descoberta consta de um relatório reservado que será apresentado em breve a técnicos da CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais), responsável pelo controle da produção nacional do minério. Os números absolutos da reserva não foram citados (O Globo).