Segundo o Instituto de Pesquisas Econômicas e Administrativas de Minas Gerais (IPEAD), aluguéis residenciais, aumento no preço dos combustíveis, com a instituição do empréstimo compulsório, e elevação nas tarifas de táxi foram os itens que mais pressionaram, durante agosto, a alta no custo de vida de Belo Horizonte. No último mês, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 2,5% e fez com que a inflação em Belo Horizonte, desde março último, apresentasse uma variação acumulada de 7,4% (GM).