Apesar de encerrada a fase de devolução dos cruzados novos, a dívida mobiliária federal fora do Banco Central vem se mantendo estável na relação com o PIB. Em setembro foi de 8,11%, contra 8,54% no mês anterior. Em fevereiro de 90, véspera do Plano Collor 1, a dívida correspondia a 13,22% do PIB. Com o confisco dos cruzados caiu a 3,72% e chegou a 2,08% em abril de 91. Voltou a crescer com a devolução dos cruzados, entrada de dólares (que obrigaram a emissão de títulos para enxugar cruzeiros) e a política de juros altos. Os dados são do Banco Central (FSP).