A Comunidade Européia (CE) não perdeu o interesse pelo Terceiro Mundo, garante o chefe da delegação da CE no Brasil, embaixador Ian Boag. Como exemplo disso, ele citou a disponibilidade de financiamentos no valor de US$240 milhões que a cada ano a CE põe à disposição de pequenas e médias empresas brasileiras para que desenvolvam projetos. Não importa o setor, a única limitação é o valor de US$1 milhão por projeto. Há um grande interesse dos europeus em encontrar parceiros brasileiros para formação de empresas. A idéia da CE é servir de ligação entre as partes e fornecer o crédito para que as associações se contretizem. Para tentar acelerar o processo, a CE está cadastrando empresas européias e brasileiras. "Por enquanto, só bancos europeus estão fornecendo financiamento. Mas a idéia é encontrar também bancos privados brasileiros interessados", afirmou Ian Boag (O Globo).