destinarão principalmente a investimentos em ciência e tecnologia. O ministro do Planejamento, Paulo Haddad, informou que o presidente Itamar Franco fixou três pontos para o programa de privatização: a mudança na composição das moedas utilizadas; a manutenção das datas de leilão já marcadas; e a definição das empresas estratégicas, que só irão a leilão após análise do Congresso. As estatais, diz Haddad, se dividem em quatro categorias: as criadas para atender a necessidades que deixaram de existir; empresas privadas absorvidas pelo Estado porque ficaram inadimplentes com instituições oficiais; empresas de insumos básicos, como petroquímicas e siderúrgicas; e as estratégicas. No caso das petroquímicas e siderúrgicas, algumas detentoras do monopólio de fabricação de determinados produtos no país, o ministro do Planejamento não vê por quê não privatizá-las, agora que é possível importar produtos similares (O Globo).