ONGS ABREM MERCADO A PRODUTOS DA FLORESTA

Organizações não-governamentais brasileiras e do exterior iniciam hoje em Porto Velho (RO) reunião para definir formas de colocar no mercado novos produtos originários da floresta, a fim de garantir a sobrevivência a milhares de seringueiros e trabalhadores rurais que tiram da floresta amazônica o seu sustento. Jason Clay, coordenador de projetos da Cultural Survival, uma das maiores ONGs dos EUA, virá à reunião para mostrar o sucesso que vem obtendo nos EUA a castanha do Pará, processada pela usina de beneficiamento dos seringueiros de Xapuri (AC). Além da castanha, os ambientalistas pretendem ampliar o leque de opções de produtos da floresta que podem ser colocados à disposição dos consumidores nacionais e internacionais. O óleo de copaíba, por exemplo, utilizado em pequena escala pela indústria farmacêutica, é um dos produtos que poderá ganhar maior densidade no mercado (JB).