A proposta orçamentária do Município do Rio de Janeiro para 1993, enviada anteontem à Câmara Municipal, prevê investimentos de Cr$41 trilhões, ou seja, 41,02% do orçamento total, que estima a receita e fixa a despesa em Cr$97,54 trilhões. A proposta prevê a seguinte distribuição de recursos: Legislativo, 2,26% (Cr$2,2 trilhões); Judiciário, 0,59% (Cr$577,8 bilhões), Administração e Planejamento, 10,15% (Cr$9,9 trilhões); Energia e Recursos Minerais, 0,01% (Cr$10,6 bilhões); Habitação e Urbanismo, 25,60% (Cr$24,9 trilhões); Indústria, Comércio e Serviço, 3,20% (Cr$3,1 trilhões); Saúde e Saneamento, 13,08% (Cr$12,7 trilhões); Assistência e Previdência, 22% (Cr$21 trilhões); Transporte, 7,14% (Cr$6,9 trilhões); e Reserva de Contingência, 1,74% (Cr$1,7 trilhão). A proposta prevê ainda Cr$2,5 trilhões para a construção de 49 CIEPs e reforma de 384 escolas. O ensino de 1o. grau receberá Cr$14,3 trilhões. Na área da saúde, os investimentos serão de Cr$5,3 trilhões e Cr$3,3 trilhões serão aplicados no metrô (que a prefeitura assume em 1o. de janeiro). Cerca de Cr$4,5 trilhões serão gastos na drenagem da Baía de Sepetiba e Cr$2,4 trilhões em pavimentação de ruas (O Globo) (JB).